quarta-feira, 30 de março de 2011

Sintomas

Colocar pra fora o que vive dentro. Vi tudo caindo, daquele seu lado, levando um pouco desse lado... Mas já fazia tanto tempo. Desde que o texto velho e a moça tenha chegado ao fim, não por faltas de palavras, mas por necessidade de um ponto final que mais parece uma virgula ou quando se abre aspas para a mesma fala de um mesmo alguém. Sempre chega a necessidade de qualquer cor desbotada ser pintada outra vez... Enquanto você gritava ninguém viu, a não ser um ser humano com senso de ajuda. Aqui vai todo meu apoio mesmo que, se ache capacidade e maduro o suficiente para qualquer dor que chegue feito porrada. De qualquer forma, sempre procura-se uma criança sorrindo, e, talvez, eu seja essa criança que tanto sorri agora pra que de alguma forma chegue qualquer cor nesse espaço de tempo onde as palavras se juntam. E enquanto aqui as cores são brancas, as palavras amargas e quem sabe ainda assim tenha muito doce eu tenho três palavras que descobri ontem... As três ultimas palavras: Recomeçar, Remar, Re-amar.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Assim que um celular apita por falta de bateria, o regarregamos. E como meu celular recarrega, talvez eu tenha que me re-carregar, me re-erguer, re-viver e re-amar... e tantos outros "res" que já me esqueci.

sábado, 12 de março de 2011

Conselhos em um papel

quando as nostalgia chega as palavras somem. quando a gente se cria, se revira e nada se refaz com seus novos movimentos de dormir... é como uma coluna que deve ser arrumada para todos os outros e as vezes até para nós mesmos só que sempre nos pegamos sentados de forma errada. cobramos a mudança dos outros sempre, assim como os outros, aqueles, os azuis, verdes, ou até vermelhos querem que nós sejamos diferentes. tudo espera tudo, tudo supera tudo. o passado fica em cada momento que a gente viveu e fingiu que esqueceu e as vezes até esquecemos mas o presente esfrega na cara os amores-que-nunca-foram-amores. crescemos e nosso refugio vira palavras, vira textos sem paragrafos, e tudo sem acento, escrito errado, com letras minusculas. quem liga? apenas quem sente. a gente trasborda, sobrevive, revive e renasce. remamos, amamos e re-amamos como dizia o poeta Caio Fernando Abreu... mas um dia descobrimos a nós mesmos em meio de tanto trabalho, de tanto passa-hora de tanto e de todos os tempos que as pessoas dão nomes. faça seu tempo, e sorria mesmo sem querer sorrir, o sorriso é doce, é claro e vence a luta da mudança nos olhos de quem não quer mudar, está nos olhos de quem quer viver e não sobreviver. a cada manhã que seja doce! que seja bem doce! que o mundo seja seu, seja meu, seja de quem quiser ser, porque o tempo o tempo só sabe passar! e se desfaz sem querer ser lembrado! " respondo que ele aprisiona, eu liberto, que ele adormece as paixões, eu desperto! e o tempo se rói com inveja de mim, me vigia querendo aprender como eu morro de amor, prá tentar reviver "