terça-feira, 30 de abril de 2013

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Perdoem.
Narrativa da qual sub-julga-se, alterando a sequencia e criando um anelo. Arco do infinito persistindo em prevalecer por entre a morte e a vida. Se caminha por entre as Luas do espaço ou pela órbita do planeta. Como uma viagem. Como mais esta viagem. Mais uma minha.
A
   s
     s
       i
        m
Altera-se novamente. Alterna-se mais. E quanto mais alteração, mais se foge do nulo, da anulação de si próprio ao mundo, mais se foge da moral, como quem foge do berço e logo quer aprender a andar só - sem saber como dói andar só. 
E sem compromisso, arrisca-se o que nunca se tem, afim, de ter alguém, pra amar...

Absoluto

Esqueci-me.
Desculpe-me.
Foi...
Foi...
Foi.
Fui,
no erro de esquecer de mim mesma
e esquecer da poesia que em mim
RE-VIVE
a
   cada
           dia.