No fim das contas, você percebe que nada é o mesmo que tudo. Que quanto mais sua mãe lhe dizia que as borboletas no estômago iria passar, você bateria a cabeça mil vezes até pedir perdão a ela.
Você sempre quis admirar alguma coisa admiravel, e achava que as coisas serião nua, e crua em seus olhos.
Você só vê aquilo que te convem, só repara em uma fotográfia bela, mais nunca tentou ver que dentro de cada lugarzinho da foto existe sempre um canto vazio.
A unica exceção é quando você repara que não importa quanto falte para completar o seu texto, a sua vida ou as suas palavras, e simplesmente diz que essa é a unica exceção.
Esta é a unica exceção de que irá amar, de que irá ver o mar, de que irá ler um livro, ou escrever no carro empueirado do seu pai, escrevendo o quanto o ama.
Se lembra quando brincavamos no parquinho, na nossa infância, e diziamos ser amigos para sempre. Era o nosso unico contentamento em brincar na balança, querer voar como os passarinhos. Tão coloridos!
Por fim, dedico este texto, a cada exceção sua, a cada exceção minha. A cada vida que por ai a fora é uma Exceção!
terça-feira, 4 de maio de 2010
Sempre existe uma unica exceção.
No fim das contas, você percebe que nada é o mesmo que tudo. Que quanto mais sua mãe lhe dizia que as borboletas no estômago iria passar, você bateria a cabeça mil vezes até pedir perdão a ela.
Você sempre quis admirar alguma coisa admiravel, e achava que as coisas serião nua, e crua em seus olhos.
Você só vê aquilo que te convem, só repara em uma fotográfia bela, mais nunca tentou ver que dentro de cada lugarzinho da foto existe sempre um canto vazio.
A unica exceção é quando você repara que não importa quanto falte para completar o seu texto, a sua vida ou as suas palavras, e simplesmente diz que essa é a unica exceção.
Esta é a unica exceção de que irá amar, de que irá ver o mar, de que irá ler um livro, ou escrever no carro empueirado do seu pai, escrevendo o quanto o ama.
Se lembra quando brincavamos no parquinho, na nossa infância, e diziamos ser amigos para sempre. Era o nosso unico contentamento em brincar na balança, querer voar como os passarinhos. Tão coloridos!
Por fim, dedico este texto, a cada exceção sua, a cada exceção minha. A cada vida que por ai a fora é uma Exceção!