Como tudo que começa,
onde termina.
Deste momento fizera o mais triste e o mais perfeito, onde, o que deveria ser feito antecipadamente, fora esperando um fim, e entre todos eles, os outros fins, foi-se num vômito e num anseio, como tê-lo e não querer tê-lo jamais. Motivos categóricos de vidas os juntam, e os mesmos, os separam, como num olhar critico ao filme, mesmo que, eu não aceite a tal, ainda o ame. E fora como foi, notável como era, doce quanto amargo, simples quanto complicado, tão incorreto e incerto, que a certeza era uma só. Ainda é uma só.
É doar-se inteiramente para adoção de seu peito, mas sempre vem um mau sujeito que insiste de quê, tudo, seria melhor. A busca inalcançável pela vitória, torna-te mais comum cada derrota, e vive na sede, do poder, do ganhar. Eu nunca quis nada, eu quem sempre quis dar, quase nunca dei; o amor ainda vive ao peito e lamenta a perda, a ida, a solidão, mas de tanto se acostumar com as quedas e tropeços, de tanto acostumar com o gelado do chão, faz do vento amigo, pra ver se dessa vez vem algum abrigo bom.