Tem teu cheiro dentro de um livro.
Você tem meia hora.
Meu estômago morre, meu peito em cinzas por luto. A carne me dói, é como uma explosão de buraco negro, que engole o que pode. A dor de manter-me sã causa impacto com o coração, que implora por um acontecimento anestesiado, cujo o evento fora feito. Acontece que um cobertor não me basta. Juras que não volta. Não me alimentei ainda. A chuva, que talvez traria o cheiro de água pra casa inteira foi-se embora.
É carnaval.
Minha casa anda sem Sol, o céu, também não ajuda na recuperação do meu corpo.
Errei. Errei em escreve-lo para amar-te, me desculpa.