Te vi no mais irreal dos sentidos,
via teu corpo se curvar diante dos meus apegos,
copiara meu jeito mais inutil e hostil.
Não me via num trageto calculável,
mas lhe via virar a minha esquina,
procurava-me em algo novo
para em si,
solar-te.
Adimirei-te, e de certa forma me olhei,
vi meus erros, meus acertos,
no teu corpo de mulher,
que copiara uma menina florida
que andava a cada esquina a procura de um amor.
Hoje, vejo-te,
e peço-te,
desculpa-me?
Não foi por nada, mas foi o meu erro de deixa-lá fazer
o que nem eu deveria ter feito.