quarta-feira, 4 de abril de 2012

Queria ver tua pele

Embaralhar minha saia longa,
cultivar as coxas das quais se escondem do vento
pra ter calor dos teus beijos.
Minha carne; Tua fisiologia.
O mesmo desejo de quando te toco,
que percorre minha pele a sal
mostra o reflexo do que tu ilumina.
A sombra não vês,
meu nome tu sabes
e o desejo exala.
Beija-o para sentir
entrega-te para receber.
Ao ouvido com a luxúria ao pé da cama,
o julgar está lá fora e não sabe que estamos aqui dentro.
Num movimento sacana meu corpo embala o teu,
pra que minha carne coma a sua inteira, e arrote-a depois. 
Assim a alma em apse são
sente a poesia exilar meu corpo
saciado pelo teu.