domingo, 1 de abril de 2012
Nota II
Por horas a gente até acredita, mas não fala, eu me soaria como se, a preocupação fosse só minha. Olha cá nos meus olhos mansos, olha bem magrelo. Eu sei teu erro, teu defeito, teu olhar, tua presença exposta aos céus. Nada calculável para meus lábios, mas nada diferente da minh'alma. E se fosse só a química até que meus seios seriam suficiente nas tuas mãos. Mas tu cai, e não cai por falta de aviso, cai por gosto teu. Mas levanta, levanta, levante-se. Eu não posso jurar-te que não acontecerá novamente, mas eu me farei presente, pra que tua alma, não tenha só a luxúria da minha carne, mas que tenha a bondade do meu ser.