E
então,
meu lamento sucumbiu as comportas donde guardo as águas do
choro.
Por onde,
quase que na vazante,
caí.
Para que no fim,
meu coração
se entregasse ao ramo de flores mais lindo,
e pro manjar mais bem feito.
Mas meus olhos se abrem para as armadilhas dilatas do dia,
que com o tamanho da
chuva,
anda parecendo noite.
Com meus ossos quentes,
eu procuro mais que
um refugio,
e entre mim,
está, permanece.
Tão reluzente quando um raio,
mas tão
doce quanto a chuva das minhas lágrimas nos meus lábios.
São frutos
dignos do meu arrependimento verdadeiro.
São frutos do que eu era,
e
trazem a renovação do que hei de ficar em mim.
Para que na L-U-Z eu seja
e que a trevas me veja
e fuja de mim.