Folêgo,
que em ver meus olhos
na vazante da minh'alma
chora.
Em dedos pintados por unhas ruídas
antes que,
me tolere carnalmente
me vestiu da armadura que o Espiríto
me deu.
Calei-me por ouvir.
Quanto
que no tranco funcionei,
que na lembrança do meu eu
via as Tuas mãos
sobre o chão
que hei de pisar.
Me concede esta dança?
Que por herença
deixarei aos meus filhos
até a trigésima geração.
Me sucede tua boca
para que meus ouvidos
sejam guiados pelo Teu tom.
Guiai-me por sobre meu pranto
que de recanto não era teu
e hoje
te forneceu
frutos dignos de arrependimento.
Se meu coração pôr roupas
em vergonha,
as tire sutilmente,
pois só tu
sabe
varrer minh'alma
só.