Poesia amor,
o carnaval padece de marchinhas!
Minha vida padece de samba,
a dois.
Padeço da saudade
que nada lucrativa me vende,
no desespero do riso
e no desaconchego do frio.
Sua escrita dizia da minha,
me colocava em lados
que nunca vi.
Te sente,
meu bem!
Falta meu samba de Paulista,
e seu batuque de Boemio!
Faço Rio de Janeiro do lado de São Paulo.
Criaremos um cabaré no alto da pedra,
viva comigo...
Faço-te meu,
e por fim
Faça-me tua!