mais pedaços de fantasias que existiria.
Lamentações em Chuva de Novembro,
misturados com teu jeito
de esquecer meus dezesseis.
Tu juravas que eu poderia tudo,
acompanhei tanto samba.
Poder, eu podia,
mas eu mas parecia perdida entre risos,
poderiam ser eles teus?
Não foi em quem coloquei nenhum,
mas guardo apenas aquele mais bonito.
Tem feito muito pontos,
tem servido de loucura as minhas bagunças
nunca com direito de resposta.
Fui mais eu,
e você o mais adivinho de todos os que eu vi...
Existiu o que é,
mas, sempre quis me fazer em tuas idéias.
Gostei muito do seu olhar,
sua cor,
tua raça.
Na mais bagunça da minha.
Entre olhares, nomes,
sambas, e suas e minhas,
aquelas parte de soltar os prumos e nos deixar cair.
Vir do doce,
ao sal.
Como teu pedido,
com o meu respeito.
Do teu riso,
que eu insisti tanto...
Me afasto.
Minha ausencia,
morreu,
agora nasce.
Tua falta nasceu.
Me afasto de ti,
deixando bem claro,
se me afasto, não volto.