São dois,
feito pontes
cortantes,
ainda sem faca.
Num silêncio teu
meu
desespero.
Descritos em chapéu
grafite.
Num outro braço
cheio de tinta
do sossego.
Descrita em pranto
no manto
nada
acolhido.
Calado nos olhos
da sala.
onde via
a alma.
Do lado teu
a cor verde
com olhos devoradores.
A dor no pensar
lado meu
descrito no olhar
de um homem do sul.
Quem és então o meu bem?