( Se prender em ti meu curandeiro, nunca foi um erro meu. )
Estala passos,
aos pés pretos
mastigadores de chão.
Prendia-se na alma,
no choro enciumado
Havia por si um mestre
na desalma raiada do céu.
Escreve-se em ti a lei de narrador
que mais desacalma meu bem!
Compararei com as estrelas esse teu penar,
o teu amor, no meu samba.
Dizias meu homem que vivias de amor;
Me fiz mulher,
ao amor de subto
prendida no prumo
do amor que nego tanto.
A mim,
azul feito manto
do curandeiro que espero tanto,
acreditando no pranto teu.