No gosto da chuva,
doce choro.
No prato pronto quase quente,
esfria na alma
de tão cansada a dor do penar.
Distância de soltar no soldar do prumo,
do porta-retrato no pó.
Na Mesa,
andavas fria feito o prato,
tão perto do pranto.
Destrutiveis de pratos,
fui em prantos prontos no azul do vento.
Sempre pega nas manias de cores do destino
destinto
quase de indisposto a mim.
Oposto que vem sendo da vida,
sem o nome do tempo,
que exclui tantas vezes.
Dizias só sem a mim mesma,
no labirinto de palavras.
Que seja no pranto da v-ida,
que seja do lado da minha.