Pausadamente desperto
com a neblina que o rastro da noite manipula
sobre meu manto quente
olhando nos meus olhos de perto.
Espanto
onde em pranto
vai o meu amor
ficar tão só.
Arruíno o sol
e temo a escuridão,
trago meus lábios
até as letras.
Quanto mais chega-se
amedronto minh'alma
que esqueço de avisar a ela a tua vida
longe da minha.
Que é que meu soloço pergunta
donde vem essa luta?
Pronde vai teus abraços mansos calados num sussuro
sucumbia minha perna
derrota a anedota de pulsa aos olhos.
E na minha história a gente era obrigado a ser feliz.