Nas melancolias em que a moradia aparece
a felicidade transpassa o ar de nuvem preta.
Cautelosamente o entrelaçamento de um rei para uma plebéia.
Os olhos nunca olham as batidas da afinidade,
onde a parte dos porquês assume a calmaria. Atoladamente
um riso frouxo.
Embora o cansaço chegue a pele,
a impermeabilidade alucina o amor das pernas.
Todas as salivas nas costas,
os pelos do rosto. Como um leão amando sua presa
que logo em seguida abocanha de devora o corpo inteiro.
Lança para dentro,
e enquanto degusta sente mais fome
mais vontade.
A ordem do amor, não assume o peso da dor, nunca.