Depende dos olhos de quem quer devorar.
Mentira
do amor
que em ira
transforma a dor
em calmaria
pras almas
em cantoria
onde a esquina
da padaria
se vende
a agonia
de estar
em armonia
onde o conselho
bebia
para que venha
a alegria
e com o par
em dia
que de tão longe
via.
Via a cura chegar pro sossego da verdade que de esperta quase foi, quando quis se contar.