A seco os olhos molham os meus seios.
Por onde a pele de sal
que se lambe por entre as pernas
tem um gosto quente.
Por entre as manhãs das quais meus olhos acordam verdes,
quando pega-se as cinzas do ar
e se fecha preto por entre a madrugada.
O que devia ser um vômito hoje é retido para o estomago faminto.
A melancolia da alvorada não está em dia,
por entre meus dedos que escorrem a droga que carrego.
Ombros pesados não garantem a rima
que nem os passos ritimados são, seriam.
Calei-me
Deitei-me
Perdi-me.
Por onde a morte é que é a vida,
o caos é o silêncio, que restristo te assusta e asola na solidão da felicidade.
Amanheceu, e meus olhos mal fecharam.
A mutação de mudança é na cama,
nas células da pele,
onde me deixam mais velha,
onde deixam teu rosto mais limpo
e o meu mais marcado.
Queria ter a essência de purificação de parágrafos por entre as linhas de expressões
do meu rosto sofrido de noites em vão.
Pelas ervas finas do meu pulmão,
que soltam,
me caluniando de esfera, me fazendo inteira
quebrada, até por entre as pernas que você amou dia desses.
Eu achei que tava achando
e por fim, minha mira que mosqueando
achou mais um buraco
pra cair.