Irônia.
Máscara.
Ignorancia.
Pequeno.
Vermelho.
Barbudo.
Toleravel.
Escondido.
Trabalhado.
Bordado.
Pensativo.
Mudativo.
Analista.
Falação.
Diferente.
Critico.
Doce.
Moralista.
Idiota.
Lento.
Marcado.
Incontrolável.
Atacado.
Tantos L's
em Do,
ré, mi e fá.
Fala, falo
que
Eu bem sei, a quem descrevi.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Só Tanto Tento
Te escrevia
no escuro
bordado de calor.
Vermelho é essa cor?
Onde a luz,
eram respingos que o céu deu
em estrelas.
Num copo azul,
nesses olhos dourados
rasgados noutro ainda mesmo
chapéu grafite.
Quem diz que malandro
perde o canto de ossanha?
Estampa mesmo o céu
meu pecado.
Oceano bordel,
onde diz saravá
teus lábios
que escorriam na chuva,
tempo.
Sacode teu samba,
que ainda longe do meu
Até,
tantos atés.
Beleza.
no escuro
bordado de calor.
Vermelho é essa cor?
Onde a luz,
eram respingos que o céu deu
em estrelas.
Num copo azul,
nesses olhos dourados
rasgados noutro ainda mesmo
chapéu grafite.
Quem diz que malandro
perde o canto de ossanha?
Estampa mesmo o céu
meu pecado.
Oceano bordel,
onde diz saravá
teus lábios
que escorriam na chuva,
tempo.
Sacode teu samba,
que ainda longe do meu
Até,
tantos atés.
Beleza.
sábado, 24 de setembro de 2011
Noites Eternas de Primavera
Trouxe nos braços pequenos
o destrambelho no nome que zelo,
dei a mim letras a um papel branco
ainda que no berço partido.
A mim calei nas broncas partidas de mãos das quais amei,
onde soletrei teu nome baixinho quando acordei.
Trouxe no primeiro folego do dia
o pedido ao amor que varres minh'alma,
desejei teu rosto no meu nariz gelado
e tuas mãos cansadas nas minhas pernas.
Traguei o folego em fumaça no frio,
longe do cigarro que nunca fumei direito
tive ataques em desvario.
Enquanto enlaçavas tua mão
entre os meus mares,
peguei ressaca
engoli água salgada,
a mesma
que entope meu estômago de outros tantos mares.
Perdi-me na demora de tuas letras,
nas respostas ousadas do meu amor em tormento
onde meu único realejo,
é você.
Me diz pra onde é que inda posso ir?
o destrambelho no nome que zelo,
dei a mim letras a um papel branco
ainda que no berço partido.
A mim calei nas broncas partidas de mãos das quais amei,
onde soletrei teu nome baixinho quando acordei.
Trouxe no primeiro folego do dia
o pedido ao amor que varres minh'alma,
desejei teu rosto no meu nariz gelado
e tuas mãos cansadas nas minhas pernas.
Traguei o folego em fumaça no frio,
longe do cigarro que nunca fumei direito
tive ataques em desvario.
Enquanto enlaçavas tua mão
entre os meus mares,
peguei ressaca
engoli água salgada,
a mesma
que entope meu estômago de outros tantos mares.
Perdi-me na demora de tuas letras,
nas respostas ousadas do meu amor em tormento
onde meu único realejo,
é você.
Me diz pra onde é que inda posso ir?
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
As Avessas
Minha perna sucumbia de agonia
traçava as avessas meu pranto em canto desafinado.
Me dizias pra seguir teu lado
que mais bagunçado seria a mim,
colado.
Em plural.
Meu corpo temia o medo bater na porta,
temia e tremia a mim
que levava teu tom em tuas letras
concebidas nos meus olhares que partem o céu em prumos.
Minh'alma partida em tantos,
varrida de prantos na luz que invade teu apartamento.
Viu minha esquizofrenia em perder o passo
eu não sei dançar tão devagar,
diz então em me conduzir.
Jogava meus cabelos lisos os teus ombros
invadia com as tuas mãos minha cintura fina.
Controlava a mim nos olhos do teu tom maior.
Tocava meus lábios com calmaria
trazeria
o tão meu realejo num beijo.
Minhas mãos escorregavam tuas costas.
Teu tempo era raro
tinha que partir no canto do amanhecer,
eu diria para ficares.
Ainda no tapete da tua porta
tem um barco
e num bilhete um retrato,
pensei em te escrever um soneto
ainda num papel branco
com a tinta em preto.
Mas escrevi meus beijos
por cada canto teu
que padeço,
de tão meu.
traçava as avessas meu pranto em canto desafinado.
Me dizias pra seguir teu lado
que mais bagunçado seria a mim,
colado.
Em plural.
Meu corpo temia o medo bater na porta,
temia e tremia a mim
que levava teu tom em tuas letras
concebidas nos meus olhares que partem o céu em prumos.
Minh'alma partida em tantos,
varrida de prantos na luz que invade teu apartamento.
Viu minha esquizofrenia em perder o passo
eu não sei dançar tão devagar,
diz então em me conduzir.
Jogava meus cabelos lisos os teus ombros
invadia com as tuas mãos minha cintura fina.
Controlava a mim nos olhos do teu tom maior.
Tocava meus lábios com calmaria
trazeria
o tão meu realejo num beijo.
Minhas mãos escorregavam tuas costas.
Teu tempo era raro
tinha que partir no canto do amanhecer,
eu diria para ficares.
Ainda no tapete da tua porta
tem um barco
e num bilhete um retrato,
pensei em te escrever um soneto
ainda num papel branco
com a tinta em preto.
Mas escrevi meus beijos
por cada canto teu
que padeço,
de tão meu.
sábado, 17 de setembro de 2011
Botão num Barco
Começa com a letra do meu terceiro nome.
No pedaço do seu eu que
padeço,
sem dó,
de tão meu.
Sorri nos teus olhos
dourados
que me contornam
no
teu calor ideciso,
como transcreve...
Esses olhos
tuas mãos
escorregam pelos meu cabelos
tão lisos.
Passa-te os dedos
os contornos do meu rosto
reescreve.
Ai de mim!
Esquecer teu riso.
Arrepias meus braços,
acompanha minhas pernas
tão lento no meu prumo
que solto
de-va-ga-ri-nho.
Contorno cada traço no olhar de tê-lo
nos meus braços pesados
descança teu alento,
descança meu amor.
No pedaço do seu eu que
padeço,
sem dó,
de tão meu.
Sorri nos teus olhos
dourados
que me contornam
no
teu calor ideciso,
como transcreve...
Esses olhos
tuas mãos
escorregam pelos meu cabelos
tão lisos.
Passa-te os dedos
os contornos do meu rosto
reescreve.
Ai de mim!
Esquecer teu riso.
Arrepias meus braços,
acompanha minhas pernas
tão lento no meu prumo
que solto
de-va-ga-ri-nho.
Contorno cada traço no olhar de tê-lo
nos meus braços pesados
descança teu alento,
descança meu amor.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Nº Três
Escrito em preto
no canto de lá da sua janela
Leia a mim.
Fogo de palha de número tal
no labirinto da morena
perdida no vento
da alma cinzenta
de cores marrentas
em um/quarto de carinho.
Varres o beijo que rouba
vale-me
num malandro sem bolsa
na chuva.
Cada poça vira oceano
colada no meu pranto.
Sete vezes doce
no meu quase teu
fogo de palha número três.
no canto de lá da sua janela
Leia a mim.
Fogo de palha de número tal
no labirinto da morena
perdida no vento
da alma cinzenta
de cores marrentas
em um/quarto de carinho.
Varres o beijo que rouba
vale-me
num malandro sem bolsa
na chuva.
Cada poça vira oceano
colada no meu pranto.
Sete vezes doce
no meu quase teu
fogo de palha número três.
Revira bolsos
Seca a lágrima
nos dedos que te contorna
no escuro.
Cheiro no travesseiro
quanto mais atrapalhava
nas partes dormentes,
de,
cada corpo.
Nunca
negaria
o medo,
de,
passar o modelo
em que me perdi.
Sem outra,
num lado
longe.
Ainda que exista
odeio os olhos
que ela mostra,
a fantasia mal dita
que ela vive.
Vive tão só no medo,
a solidão do poço da alma
sem balde pra tirar da água
a vida
e perder a sede.
Larga a mim e a ti.
Somos um.
Ela a sobra
que tenta
de dó
tocar seu telefone.
Decide-se meu bem.
Queres a mim.
nos dedos que te contorna
no escuro.
Cheiro no travesseiro
quanto mais atrapalhava
nas partes dormentes,
de,
cada corpo.
Nunca
negaria
o medo,
de,
passar o modelo
em que me perdi.
Sem outra,
num lado
longe.
Ainda que exista
odeio os olhos
que ela mostra,
a fantasia mal dita
que ela vive.
Vive tão só no medo,
a solidão do poço da alma
sem balde pra tirar da água
a vida
e perder a sede.
Larga a mim e a ti.
Somos um.
Ela a sobra
que tenta
de dó
tocar seu telefone.
Decide-se meu bem.
Queres a mim.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Armário
Onde esconde
na porta
o ruído do gemido,
enconde a ti,
na imensidão da dor
partida nos laços
em braços lançados ao vento,
dispostos por outra mulher
no desejo.
Se complica na linha
do sossego
que atraí
teus afazeres.
Se deves
ao amor gentil
tão doce viveria a ti de ilusões?
na pescaria da noite
no desamparo do armário,
que mal lá, guardas.
Nas tuas idéias lunáticas
me perco em sons.
Furta-me vontades
e assusta-me em desejos
restritos ao espetáculo
publico.
Cantico a mim
nas letras escritas da carta do armário.
Espero-te,
lá dentro.
na porta
o ruído do gemido,
enconde a ti,
na imensidão da dor
partida nos laços
em braços lançados ao vento,
dispostos por outra mulher
no desejo.
Se complica na linha
do sossego
que atraí
teus afazeres.
Se deves
ao amor gentil
tão doce viveria a ti de ilusões?
na pescaria da noite
no desamparo do armário,
que mal lá, guardas.
Nas tuas idéias lunáticas
me perco em sons.
Furta-me vontades
e assusta-me em desejos
restritos ao espetáculo
publico.
Cantico a mim
nas letras escritas da carta do armário.
Espero-te,
lá dentro.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
De pés descalços
Alinha-se em mim
na altura perto do ombro,
diria e faria eu
os barcos.
Em prantos,
o pé mastiga o chão da alma
no desespero do seu par.
Nessa preocupação
entre o amar, no mar e o dizer.
Na outra os olhos da raiva, na infatilidade da escrita.
O dó.
A paixão cresce a cada escandalo.
Cada mimo de criança medrosa,
perde o doce.
No pranto o riso
o maravilhoso riso no fim do dia
descabelada em amor,
com os pés no chão da minh'alma
que você,
me faz varrer,
apagando cada pedaço de mal me quer.
Em matar,
em correr.
A doce voz do meu amor
dizias
o quanto és meu.
Eu tua.
na altura perto do ombro,
diria e faria eu
os barcos.
Em prantos,
o pé mastiga o chão da alma
no desespero do seu par.
Nessa preocupação
entre o amar, no mar e o dizer.
Na outra os olhos da raiva, na infatilidade da escrita.
O dó.
A paixão cresce a cada escandalo.
Cada mimo de criança medrosa,
perde o doce.
No pranto o riso
o maravilhoso riso no fim do dia
descabelada em amor,
com os pés no chão da minh'alma
que você,
me faz varrer,
apagando cada pedaço de mal me quer.
Em matar,
em correr.
A doce voz do meu amor
dizias
o quanto és meu.
Eu tua.
domingo, 4 de setembro de 2011
Comigo
Quando eu falaria em olhar
teus olhos tão mansos,
Eu continuaria dizendo que um barco só,
se perde nessa imensidão.
Eu fui me perdendo e me levando.
Teus olhos coçavam tanto.
Marcava a mim,
na minha falta tamanha
a cada perdida
na chegada de uma nova.
É tão teu o gosto da minha mordida.
Cresce assim.
Não me lembre que o sol
morre no céu
sem par.
Engatinhando devagarinho
pelo teu pescoço
comprido.
Nos teus braços
traçados a tinta
o meu acochego.
Sereno você.
Ainda que a tamanha
loucura.
Mais,
melhor você.
Equanto respira
todo ar possivel
entre os espaços pequenos
entre meus cabelos,
e meu pescoço.
Me perco em você.
Quando amansa meu desejo no teu cheiro de carinho meu bem,
amansa a mim em você.
Me diminui em terços.
Revira-me a pulos.
Clareia você,
minha vida.
No teu canto de quem devora as letras.
No meu tempo de quem bagunça a nós dois.
Em cada tempo que me esconde
de chantagens.
Nesses olhos dourados
cor do vento,
vida nessa primavera que vem de ti.
teus olhos tão mansos,
Eu continuaria dizendo que um barco só,
se perde nessa imensidão.
Eu fui me perdendo e me levando.
Teus olhos coçavam tanto.
Marcava a mim,
na minha falta tamanha
a cada perdida
na chegada de uma nova.
É tão teu o gosto da minha mordida.
Cresce assim.
Não me lembre que o sol
morre no céu
sem par.
Engatinhando devagarinho
pelo teu pescoço
comprido.
Nos teus braços
traçados a tinta
o meu acochego.
Sereno você.
Ainda que a tamanha
loucura.
Mais,
melhor você.
Equanto respira
todo ar possivel
entre os espaços pequenos
entre meus cabelos,
e meu pescoço.
Me perco em você.
Quando amansa meu desejo no teu cheiro de carinho meu bem,
amansa a mim em você.
Me diminui em terços.
Revira-me a pulos.
Clareia você,
minha vida.
No teu canto de quem devora as letras.
No meu tempo de quem bagunça a nós dois.
Em cada tempo que me esconde
de chantagens.
Nesses olhos dourados
cor do vento,
vida nessa primavera que vem de ti.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Massa sem eu
Deprime
no reprime
o rodo cotidiano,
feito na cobertura
de mar de gente.
As moças
arrastam o rabo de saia
e tem quem caia
nesse canto de Ossanha.
Os sambistas
na arte-manha
de correr por malandros.
A avenida cheia
num desfile,
de sandálias.
Ainda que um
ali
amasse
e ninguém via.
Ainda que um
ali
sofresse
ninguém sentia.
A mutidão de mar
em blocos feitos pra comprar.
E eu?
no bloco do eu,
sozinho.
no reprime
o rodo cotidiano,
feito na cobertura
de mar de gente.
As moças
arrastam o rabo de saia
e tem quem caia
nesse canto de Ossanha.
Os sambistas
na arte-manha
de correr por malandros.
A avenida cheia
num desfile,
de sandálias.
Ainda que um
ali
amasse
e ninguém via.
Ainda que um
ali
sofresse
ninguém sentia.
A mutidão de mar
em blocos feitos pra comprar.
E eu?
no bloco do eu,
sozinho.
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