sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Só Tanto Tento

Te escrevia
no escuro
bordado de calor.
Vermelho é essa cor?
Onde a luz,
eram respingos que o céu deu
em estrelas.
Num copo azul,
nesses olhos dourados
rasgados noutro ainda mesmo
chapéu grafite.
Quem diz que malandro
perde o canto de ossanha?
Estampa mesmo o céu
meu pecado.
Oceano bordel,
onde diz saravá
teus lábios
que escorriam na chuva,
tempo.
Sacode teu samba,
que ainda longe do meu
Até,
tantos atés.
Beleza.