Escrito em preto
no canto de lá da sua janela
Leia a mim.
Fogo de palha de número tal
no labirinto da morena
perdida no vento
da alma cinzenta
de cores marrentas
em um/quarto de carinho.
Varres o beijo que rouba
vale-me
num malandro sem bolsa
na chuva.
Cada poça vira oceano
colada no meu pranto.
Sete vezes doce
no meu quase teu
fogo de palha número três.