Seca a lágrima
nos dedos que te contorna
no escuro.
Cheiro no travesseiro
quanto mais atrapalhava
nas partes dormentes,
de,
cada corpo.
Nunca
negaria
o medo,
de,
passar o modelo
em que me perdi.
Sem outra,
num lado
longe.
Ainda que exista
odeio os olhos
que ela mostra,
a fantasia mal dita
que ela vive.
Vive tão só no medo,
a solidão do poço da alma
sem balde pra tirar da água
a vida
e perder a sede.
Larga a mim e a ti.
Somos um.
Ela a sobra
que tenta
de dó
tocar seu telefone.
Decide-se meu bem.
Queres a mim.