Onde esconde
na porta
o ruído do gemido,
enconde a ti,
na imensidão da dor
partida nos laços
em braços lançados ao vento,
dispostos por outra mulher
no desejo.
Se complica na linha
do sossego
que atraí
teus afazeres.
Se deves
ao amor gentil
tão doce viveria a ti de ilusões?
na pescaria da noite
no desamparo do armário,
que mal lá, guardas.
Nas tuas idéias lunáticas
me perco em sons.
Furta-me vontades
e assusta-me em desejos
restritos ao espetáculo
publico.
Cantico a mim
nas letras escritas da carta do armário.
Espero-te,
lá dentro.