Corpo a sal.
Com todo azeite de suor de um par devorando-se monstruosamente.
Chegando a confundir os pés
nas cobertas. A punição que me embala é teu corpo.
Entrelaçamento de seres solucionando
o QI de possuir. Aumenta-se no beijo.
A dor em arranhar as costas e perturbá-las a fel e fogo,
depois, passar a língua por cada risco que em solo meus dedos dançaram. Aluga-se.
A placa descrimina a calmaria,
onde ali explode-se supernovas de auto nível corporal. Celestial.
Atraí a dor, o amor, o pranto, o desencaixe da alma
colando-a na cama entre o sangue das tuas veias.
O batom vermelho,
e a raiva nos teus pelos.
Desejo-te ao completo
pelo meu eu, inteiro.