Nua minh'alma foge.
Como um rastro de medo
que assola aos teus desejos brandos de abraços fortes. Controlo-me
quando as conversas voam entre as besteiras do meu corpo
saindo até tua mente entre as tuas mãos de homem.
Teus cabelos.
Tua filha.
Meu rancor em partes,
nos desenhos que carrego na carne
e que não te contém
e se contém me mantém ao medo de poder tê-lo na dificuldade das minhas pernas
de suportar teu peso
tua vida
e teu ombro.
Teu gosto me atraí
e tua mordida me dói a carne de velha.
Não sei se desejo, se arrisco.
Se quero teu eu em mim.