Peguei as mangas arregaladas como o par
de olhos que fazem-se num breu de águas
tateiam memórias no além dos teus olhos escuros na tempestade,
forrados com pele de neve.
Morrerá ao terminar mais essa agonia,
suportaria teu fel ao breu de esconder-se no que se acaba
no meio das ruas taram a noite.
Afunda o congá da vista aos olhos que não olham
apavoram o grito de um deus
que não queria que fosse seu.
Perdem-se,
afastam-se,
calam-se,
move-se devagarinho
aos olhos que veem.
Levou a certeza que tua saliva
seria a despedida lamentável do céu.